Entrevista com Leonardo Mazzola

O entrevistado desta semana é um garoto muito esperto, dedicado e responsável pelo que faz. Atualmente esta participando do reality show Jr. Bake Off Brasil (SBT), e coleciona vários trabalhos no currículo. Leonardo Mazzola um jovem de 12 anos que conta como foi sua entrada ao sucesso e seus projetos futuros.

 

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Emerson: Com quantos anos você começou a fazer trabalhos artísticos?

Leonardo: Eu comecei a fazer com cinco anos de idade, mas quando eu era pequeno sempre pediam para eu fazer comerciais, mas minha mãe queria esperar um pouco porque estava muito cedo. Quando eu completei cinco anos eu comecei a ir aos testes e descobri que eu gostava e foi quando eu comecei a fazer vários trabalhos.

Emerson: Como descobriram você?

Leonardo: No aniversario de um amigo meu uma fotógrafa perguntou para minha mãe se eu já era agenciado, ela falou que não e a fotógrafa disse que era para me agenciar porque eu era uma pessoa muito fotogênica, como eu já estava mais velho minha mãe resolver me levar em uma agencia que tinham indicado. Quando eu ia aos workshops eu era uma pessoa mais solta não tinha vergonha, falava com todo mundo e por isso eu era bom, e depois eu comecei a ser convidado para fazer áudio de comerciais e comecei a trabalhar com dublagem que é uma coisa que eu gosto muito.

Emerson: Já que você tocou no assunto da dublagem, quais trabalhos de áudio você já fez?

Leonardo: Oi, Casas Bahia, Nívea, 60ª feira do livro de Porto Alegre, Sustagen Kids, Whiskas Mamãe, Danoninho Ice, Sustagen Nutriferro, Corola, Super Masa, Fiat, Avianca e alguns que eu não me lembro (Risos). Portfólio.

Emerson: Quais receitas você mais adora fazer nos dias livre?

Leonardo: Bolo de banana fit com ganache de chocolate e torta de leite ninho com geleia

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Torta de leite ninho com geleia de morango.

de morango.

Emerson: Foi essa torta de leite ninho que você fez no seu canal do Youtube, qualquer dia eu vou fazer, eu fiquei com água na boca (Risos).

Clique aqui para ver a receita completa.

Leonardo: É muito boa mesmo, você pode fazer em casa que fica uma delícia, eu ainda vou testar ela com outras frutas e tentar criar uma versão fit.

Emerson: Agora que eu mencionei seu canal me explica o motivo que você teve ao cria-lo?

Leonardo: Meu canal foi criado para mostrar as pessoas o meu jeito de ser, as coisas que eu penso, as coisas que eu gosto e por isso que se chama Universo do Léo. E também estou preparando conteúdos diferentes que não sejam só culinária.

Emerson: Você acredita que a culinária brasileira sofre preconceito por homens trabalharem na cozinha?

26229505_1584376254988740_2044529114287947383_nLeonardo: Eu acho que não, acho que homens têm as mesmas oportunidades que as mulheres na culinária ainda mais hoje.

Emerson: Você tem algum incentivador na confeitaria?

Leonardo: Sim, minha mãe, meus amigos, e principalmente a Leticia a minha melhor amiga da escola.

Emerson: Após o termino dos estudos você pretende investir na carreira artística ou gastronômica?

Leonardo: Prefiro seguir na culinária, porque artística é uma coisa que eu já faço e culinária eu tenho que me aperfeiçoar.

Emerson: Você ainda não é um confeiteiro profissional, mas convive com pessoas da área, quais os primeiros passos que uma pessoa deveria fazer para entrar nessa carreira?

Leonardo: Bom, primeiro passo é gostar de fazer, o segundo é procurar um lugar que seja perto, não precisa ser uma faculdade, pode ser um cursinho gratuito, por quê nem sempre vai ter pessoas com condições de fazer uma faculdade, e você precisa continuar se dedicando no seu sonho para conseguir realiza-lo.

Emerson: Sua fama é precoce, você tem medo que um dia ela acabe e todos se esqueçam de você?

Leonardo: Sim eu tenho esse medo, mas mesmo assim eu vou continuar fazendo conteúdo legal paras pessoas continuarem gostando de mim.

Emerson: Você tem projetos para concluir ainda este ano?

Leonardo: Sim, me dedicar mais aos esportes e mostrar no meu canal como as pessoas podem ser mais felizes através deles.

Emerson: Para finalizar me diz uma coisa que seus fãs ainda não sabem de você (Risos).

Leonardo: Bom ninguém sabe que meu segundo nome é Giuseppe, que é um nome do meu tio-avô de Sicília (IT). Meu nono (Avô) queria que eu me chamasse Pasqualino que é o nome de outro tio-avô.

Emerson: (Risos) Diferente, mas não deixa de ser um belo nome. Bom, ficamos por aqui, primeiramente foi uma honra fazer este bate papo com você, e espero que conquiste muitos fãs no Brasil e no mundo.

Leonardo: Muito obrigado Emerson.

 

Participação Michele Costa (Mãe)

 

Emerson: Como foi a chegada dos seus filhos à família?

Michele: Foi uma coisa muito boa, o Léo foi o primeiro filho da minha família então ele12295267_906986912749264_5235297036078262892_n foi recebido com muito carinho e muito amor. As minhas duas gravidez sempre antecederam a gravidez de uma das minhas irmãs e foi muito legal o momento para família por quê sempre foi acompanhado por uma outra criança. O Léo por algum tempo foi o neto, sobrinho e o filho único da família então ele teve bastante sorte de ter sido o primeiro porque sempre teve uma bajulação a mais quando é um só (Risos).

Emerson: (Risos) Quando que você percebeu que o Léo tinha um talento a mais das outras crianças?

Michele: Sempre foi assim desde o dia que ele nasceu ele sempre brincava que estava se apresentando, na minha casa minha mãe também é meio palhaçona então eu sempre identifiquei que ele teve essa alma de artista, gosta de animar crianças e sempre foi carinhoso com os idosos, então ele tem facilidade de se relacionar, aonde ele chega ele faz amizade, ele sempre é o melhor amigo de todo mundo, as pessoas gostam muito dele.

Emerson: O Pedro pretende seguir os passos do irmão?

Michele: Eu vou fazer a mesma coisa que eu fiz com o Léo eu vou deixar decidir isso sozinho ele também é bem bagunceiro não é tímido, mas eu prefiro respeitar a vontade dele como eu fiz com o Leonardo. O Léo era assim as pessoas sempre me convidava para leva-lo nas agencias, mas eu esperei ele crescer um pouco e perguntei se era isso mesmo que ele queria fazer, se eu tivesse percebido que não era isso o que ele queria eu teria parado e é isso o que eu quero fazer com o Pedro eu vou ver qual é a vontade dele se ele gostar eu vou apoia-lo.

Emerson: Claro, participação familiar em um momento desse é muito importante, mas já que estamos falando sobre este assunto eu quero saber sua opinião sobre a publicidade infantil.

Michele: Então Emerson, geralmente a quantidade de trabalho que o Leonardo fazia era bastante tempo, mas a gente conseguia equilibrar bem porque ele não trabalhava todo dia isso era uma coisa que acontecia eventualmente (2x por mês), eu conseguia equilibrar bem, tentava filtrar nas coisas mais interessantes, quando eu chegava a um teste e percebia que era coisa demorada não ficava, então eu acho que isso vai muito dos pais, toda vez que ele pegava um trabalho eu tinha que levar o boletim dele atualizado para que eles tivessem um controle e para que eles verificassem a presença da criança na escola então eles exigem isso das mães e cabe a nós dizer não ao trabalho e saber que o filho precisa ir à escola, e eu acho que trabalho infantil existe sim em muitos lugares que ninguém esta vendo, as crianças quando estão gravando elas estão brincando entre si estão recebendo um alimento adequado, dificilmente aconteceu de eu entrar em instalações que eu percebi que não eram muito adequadas, mas a gente conversa com as pessoas e elas fazem o possível para melhorar as condições, então eu acho que a justiça tem que olhar por essas crianças que estão cortando cana e morrendo de fome, é muito fácil fazer vista grossa paras coisas que acontece nas ruas, então eu acho muito errado isso eles burocratizarem uma coisa que a meu ver poderia ter sido feita de outra maneira exigindo dos pais que as crianças trabalhassem algumas vezes por mês, e que colocassem um limite para isso, mas que fosse uma coisa que não chegasse neste ponto que chegou.

Matéria na EGO sobre a Publicidade Infantil.

Emerson: Você tem medo do assedio que o Leonardo pode sofrer através da fama?

Michele: Medo eu não tenho porque eu e meu marido somos muito presentes na vida dele, nós conversamos muito com ele, nós temos uma liberdade e o Léo sabe que qualquer coisa que acontecer ele pode contar conosco e estamos junto com ele sempre.

Emerson: Quais cuidados vocês tomam para prevenir ele dos haters?

Michele: Por enquanto nos não temos que nos preocupar com hater por quê nós estamos26055568_1571594582933574_5298121168431534687_n criando um conteúdo muito positivo, ele é uma criança então existe uma positividade em tudo isso, eu acho que todo mundo independentemente de quem seja precisa dessa fonte de positividade então ele procura às vezes mandar um bom dia falar alguma coisa para alguém. Eu percebi muito nas mensagens do Léo crianças às vezes deprimidas em casa ou às vezes com sentimentos que não tem ninguém para conversar e como na minha família nos que por mais defeitos e que brigue às vezes existe esta abertura para falar para eles poderem contar para gente às coisas que acontecem então eu percebo que às vezes falta isso nos lares dessas crianças, às vezes o Léo mandar uma mensagem positiva alguma coisa assim por menor que seja pode fazer uma diferença para alguém então nós enxergamos o canal dele e enxergamos esse dom que ele tem de cativar as pessoas como uma oportunidade de fazer o bem, e eu acho que de alguma maneira influência nas criticas que a gente ainda não tem. E eu acho que os haters são uma maneira de descobrir se você esta passando um pouco dos limites porque quando nós postamos alguma coisa nós temos que pensar qual vai ser o retorno disso, e os haters ajuda a gente a perceber como esta sendo esta visibilidade se as pessoas estão gostando ou não.

Emerson: Pra encerrar qual dica você daria para os pais que pretendem levar seus filhos em uma agencia de confiança?

Michele: Muito importante você falar disso porque eu já tive uma experiência que eu acho valida, quando o Léo era pequeno eu fui parada varias vezes nos shoppings por agencias que se diziam agencias e depois que eu comecei a agenciar o Léo eu descobri que acontece muito disso, as pessoas são abordadas e são convidadas pra fazer um book e normalmente o book sai muito mais caro do que sairia em uma agencia que trabalha de verdade, então é uma maneira que eles tem de ganharem dinheiro, porque quando eu encontrei uma agencia seria  eu paguei no valor do book um valor muito inferior ao que me pediram, um valor justo porque a agencia acaba ganhando uma porcentagem no trabalho do ator/modelo, essa é a maneira que as agencias que trabalham sério funciona, a taxa de agenciamento não costuma ser cara e você sempre da uma porcentagem para a agencia. Então precisa ser uma indicação, precisa saber se essa agencia esta trabalhando e se as crianças são chamadas e estão participando dos testes porque tem muita agencia que faz o book e não chama pra trabalho nenhum.

Emerson: Muito linda a historia e a união da sua família, mais uma vez obrigado pelo tempo que você concedeu pra poder fazer esta entrevista.

Michele: Obrigada também Emerson.

 

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Agradecimento

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